Com a população urbana mostrando sinais de esgotamento, o movimento de paralisação dos caminhoneiros começa a perder força na manhã desta terça-feira. Líderes dizem que 30% dos motoristas ainda resiste parados em acostamentos de todo o País. Segundo informações do Gabinete de Crise do Governo Federal, 20 Estados ainda registram paralisação. Pesquisas nas mídias sociais apontam queda vertiginosa no apoio da população ao movimento. Grupos mais intransigentes estão isolados, noticiam os jornais brasileiros.
Lideranças do Agronegócio reunidos na sede do IPA (instituto Pensar Agro, que reúne 40 entidades do setor) emitiram nota defendendo o fim das paralisações. A bancada ruralista (FPA) seguiu o mesmo tom. E até mesmo o deputado Jair Bolsonaro, reconhecido como o principal líder político dos caminhoneiros e agricultores, pediu o fim do movimento. (O cáos não nos interessa", disse Bolsonaro à Folha (veja abaixo).
Intervenção militar
Cerca de 2 mil pessoas ligadas a grupos que pedem a intervenção militar se reuniram em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, exigindo a volta dos militares no Poder. Mas dirigentes militares não endossam a tese da intervenção.
Mas grupos de caminhoneiros, organizados por WhatsApp, se mostram irredutíveis. Nos grupos de alguns manifestantes, as medidas anunciadas no domingo, 27, pelo presidente Michel Temer não surtiram efeito. Os participantes demonstram impaciência e irritação com Temer e defendem intervenção militar já. Para alguns deles, a queda do atual governo e entrada dos militares é uma questão de tempo – ou melhor, de dias.
Com informações do portal Notícias Agrícolas
Deixe seu comentário sobre: "Bolsonaro, bancada ruralista e várias entidades do agronegócio pedem fim dos bloqueios de rodovias; veja vídeo"
O portal TNOnline.com.br não se responsabiliza pelos comentários, opiniões, depoimentos, mensagens ou qualquer outro tipo de conteúdo. Seu comentário passará por um filtro de moderação. O portal TNOnline.com.br não se obriga a publicar caso não esteja de acordo com a política de privacidade do site. Leia aqui o termo de uso e responsabilidade.